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Stopmotion - não-objeto mágico programático paramétrico

  Vídeo Descrição: - encaixe de peças menores com peças maiores invertam a cor (somente quando encaixadas sozinhas) - ⁠peças possuem vida própria e quando o encaixe começa o manipulador do não objeto assume o controle - ⁠o controle do manipulador termina quando o encaixe de peças acaba  - ⁠encaixe de peças grandes e de peças menores possuem sons diferentes  - ⁠quando duas peças se encaixam o som é outro Grupo: Iara Lemes, Juliana Madeira, Letícia de Castro, Mariana Trindade, Vinicius Valois

Storyboard - stopmotion não-objeto

Grupo:  Iara Lemes, Juliana Madeira, Letícia de Castro, Mariana Trindade, Vinicius Valois

Projeto - não-objeto mágico programático paramétrico

                   Parâmetros: - utilizar mais de uma forma, que se encaixam umas nas outras - ter um eixo, que pode variar de forma - ter no máximo 30cm Grupo:  Iara Lemes, Juliana Madeira, Letícia de Castro, Mariana Trindade, Vinicius Valois

Não-objeto mágico programático paramétrico

     Montagem      Peças      Exemplo 1      Exemplo 2      Exemplo 3      Exemplo 4      Exemplo 5      Exemplo 6      Exemplo 7      Manipulação Peças em formato de formas geométricas básicas, como triângulo, quadrado e esfera, com diferentes tipos de encaixe, possibilitando a montagem no eixo e entre as peças.

Parágrafo - "Arqueologia" e "Artes e Ofícios"

O "Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG" e o "Museu de Artes e Ofícios" apesar de representarem épocas distintas possuem similaridades em seu acervo. Na seção de arqueologia do museu da universidade, há diversos objetos utilizados pelos antigos povos da região mineira, tais como vasos de cerâmica, ferramentas de pedra lascada e polida para a caça, além de artefatos utilizados para a rituais religiosos, como urnas funerárias. Tudo isso apresentado em um ambiente que simulam a organização de um sítio arqueológico, apresentando camadas de terra, ossos e instrumentos encontrados em escavações. Já o de "Artes e Ofícios" apresenta também utensílios manuseados pelos povos brasileiros, mas mais evoluídos e, consequentemente, trazem uma riqueza maior de detalhes e de funções. Alguns exemplos desse amplo acervo são: instrumentos como arados, enxadas e foices que mostram as práticas da agricultura; picaretas, pás e lanternas que simbolizam o dia a dia ...

Parágrafo - "Magia além da ignorância"

O texto "Magia além da ignorância: visualizando a caixa preta", de Ana Paula Baltazar e José Cabral Filho, examina como a tecnologia moderna, especialmente em sua complexidade interna e inacessível, revive um antigo fascínio humano por mistérios aparentemente mágicos. Os autores sugerem que, assim como as explicações mágicas e mitológicas ajudaram os povos antigos a lidar com o desconhecido da natureza - devido a incapacidade humana de explicar tais fenômenos antes do surgimento da filosofia e da ciência -, hoje vemos tecnologias, como a inteligência artificial, adquirirem esse mesmo caráter mágico e enigmático, principalmente para quem não compreende seu funcionamento interno. Assim, a metáfora da "caixa-preta" é usada para descrever essa opacidade das tecnologias contemporâneas, cujo funcionamento interno permanece obscuro para a maioria, gerando uma mistura de fascínio e receio. Principalmente, com a popular inteligência artificial que parece mágica ao executar t...

Parágrafo - "Teoria do não-objeto"

 A teoria do não-objeto, proposta por Ferreira Gullar, apresenta uma nova perspectiva artística que se distancia dos objetos convencionais e da representação figurativa tradicional. O não-objeto não pode ser confundido com um antiobjeto, visto que ele é uma criação única que combina experiências sensoriais e mentais - podendo assim ter a forma de um objeto, apesar de não o ser. Diferentemente das pinturas clássicas ou das fotografias, que reproduzem a realidade, o não-objeto possui um significado intrínseco, ou seja, apresenta-se por si só ao não remeter a nada além de sua própria forma. Além disso, ele demanda uma participação ativa do espectador, extrapolando a mera observação passiva. Dessa forma, o papel do observador evolui da simples contemplação para uma ação efetiva, uma vez que o não-objeto é considerado inacabado por natureza, necessitando da interação para sua realização plena. Assim como pode ser observado na tirinha da página 88, em que a placa da "II exposição neocon...